A ousadia de Zé Pretinho

Ele começou a trabalhar na adolescência, como ajudante de cozinha, em bares e restaurantes de Belo Horizonte. Virou garçom e, com presteza e bom humor, caiu nas graças de uma legião de clientes.

Essa poderia ser a síntese da vida profissional de José Carlos Cardoso, o Zé Pretinho, se em 2013, desempregado e vivendo de bicos, ele não tivesse decidido se lançar, com a cara e a coragem, num grande desafio: abrir, como sempre sonhara, o seu próprio negócio, mas não um negócio qualquer e sim um bar bem equipado no Aglomerado da Serra, comunidade onde nasceu e foi criado.

Ao tomar a decisão, Zé Pretinho ousou ainda mais: sua casa deveria atrair a clientela que sempre atendeu nos bares da região de Centro-Sul de BH. Queria que a classe média subisse o morro para beber e consumir uma autêntica comida de buteco em seu bar.

Hoje, prestes a comemorar o terceiro aniversário da sua empreitada, ele conta como tem sido a experiência.

Ronaldo Lenoir

Ronaldo Lenoir

Editor

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