Do resíduo à renda

Na Cooperárvore, cooperativa social de moda, de Betim, resíduos do setor automotivo, como aparas de couro, cintos de segurança e tecido de bancos, são matéria-prima para criação de bolsas, mochilas, carteiras e brindes personalizados, entre outros produtos.

O empreendimento, que envolve principalmente mulheres de uma das áreas mais pobres da Grande BH, está completando dez anos. O aniversário foi comemorado na segunda-feira (21), em evento realizado na Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte, com apresentação dos resultados da parceria com a União Europeia e o lançamento da coleção 2017.

Formada em sua maioria por mulheres, a Cooperárvore está incubada dentro do programa social Árvore da Vida, da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), em parceria com as ONGs AVSI e CDM. Tem como diferencial a adoção de um modelo de negócio focado no potencial coletivo para produzir peças reconhecidas pelo design e produção sustentável.

Desde sua criação, 238 mil peças já foram produzidas e comercializadas até para o exterior a partir da reutilização de 28 toneladas de materiais doados por empresas do setor automotivo.

Confira, nas imagens de Ignácio Costa, um registro desse trabalho.

  • Foto: Ignácio Costa

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